PHOTON PLATINA , A ENERGIA DO SÉCULO XXI

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FOTON TERAPIA


(O Foton ao serviço da saúde)

A ENERGIA DO SÉCULO XXI

ESTUDO DA CLINICA MATHEUS - S. PAULO - BRASIL
http://www.conhecimento.com.br/ter_foton.html


INDICE :
Introdução
Radiações Eletromagnéticas
A energia da saúde
A água
Terapêutica ideal
Para saber mais


Introdução


A Platina Foton 50 é uma liga metálica constituída de platina,
alumínio e titânio, fundidos a altíssima temperatura, que emite
radiações infravermelhas com comprimento de onda de 4µm a
14µm, liberando energia de 0,004W/cm², suficiente para ativar as
moléculas da água e incrementar o funcionamento vital das células,
promovendo a saúde do organismo.

Transformada em fibra, a Platina Foton entra na composição de
diversos produtos que vêm sendo cada vez mais utilizados no
tratamento de doenças crônicas e agudas, na conservação de
alimentos, na purificação da água e também na indústria
automobilística como agente ionizante do oxigênio da combustão.

É o resultado de uma feliz simbiose entre o Velho e o Novo. A idéia
partiu do conceito fundamental de que qualquer alteração bioquímica
do organismo humano provém de um estímulo energético. Para
chegar à sua configuração atual, no entanto, foi necessário
desenvolver novas tecnologias utilizando todo o conhecimento
atualmente disponível, fornecido pelos mais diversos campos da
Ciência: da Engenharia à Metalografia, da Medicina à Meteorologia.

Antes de falarmos sobre a Platina Foton 50 e sua importância para a
saúde, vamos conhecer um pouco das características da platina, o
mais nobre dos metais.

A platina foi descoberta em 1738, pelo cientista espanhol Antonio de
Ullos em uma jazida de ouro da Colômbia. Ullos constatou que o
novo metal tinha propriedades semelhantes às do ouro. Por causa
da sua cor prateada, , chamou-o platina (do espanhol plata). A
platina é raríssima e sua extração exige técnicas avançadas e caras.

As extraordinárias propriedades de catalisação da platina são
conhecidas há bastante tempo. Combinada com a alumina é
empregada, por exemplo, nos processos de obtenção da gasolina
através do craqueamento do petróleo.

Catalisadores são substâncias capazes de acelerar as reações
químicas. Qualquer processo químico é desencadeado pelos
choques entre as moléculas. Para que tais choques surtam o efeito
desejado, é necessário que as moléculas, no instante da colisão,
estejam carregadas com algum excesso de energia. Os
catalisadores são os responsáveis pelo fornecimento desse excesso
controlado de energia.

A Platina Foton 50 é a combinação da platina (com grau de pureza
de 100%) com o alumínio (99,9% de pureza) e o titânio (99,9% de
pureza) em partes iguais. A platina apresenta-se em forma coloidal
como partículas minúsculas. Quanto menor for o tamanho das
partículas e maior o grau de pureza, melhor é seu desempenho, pois
se o grão for muito grande ou contiver impurezas, emitirá menos
energia.

A tecnologia convencional conseguiu reduzir a platina a partículas de
120Å de comprimento. (O símbolo Å significa ângstron, uma medida
que serve para manusear tamanhos ainda menores que 1µm. 120Å
eqüivalem a 0,012µm.) Utilizando nova tecnologia, cientistas
japoneses conseguiram reduzir ainda mais o colóide de platina,
obtendo grãos de apenas 40Å (ou 0,004µm).

Chegou-se, assim, à Platina Foton 50, uma substância capaz de
irradiar ondas eletromagnéticas infravermelhas de 4µm a 14µm,
emitindo energia de 0,004W.

Logo foi observado sua efetiva ação no ativamento das funções
celulares e na desintegração purificadora dos cachos de água.
Constatou-se, ainda, sua influência benéfica sobre os leucócitos, os
quais são responsáveis pela autodefesa do organismo, e sua
eficácia no retardamento do desenvolvimento de certos tipos de
câncer.

Os cientistas japoneses também constataram que seus efeitos
benéficos começam a ser notados logo após os cinco primeiro
minutos de exposição.

Por isso, a Platina Foton 50 está sendo utilizada em diversos
produtos: esterelizadores, aparelhos médicos e cosméticos.
Transformando os grãos em fibras, ela entra na fabricação de
tecidos em geral (vestimentas, toalhas, lençóis etc.) e equipamento
esportivo.

Por suas propriedades, a Platina Foton está sendo chamada de A
Energia do Século XXI.

Para melhor entender as possibilidades que este novo produto
oferece vamos ao que segue



Radiações eletromagnéticas


A todo momento, somos atingidos por radiações eletromagnéticas
de vários tipos. A radiação mais fácil de perceber é a luz visível,
captada pelos nossos olhos. Mas há radiações que, embora influam
o tempo todo na nossa vida, só são detectadas através de
aparelhos. As radiações invisíveis ao olho são as ondas de rádio, as
microondas, os raios ultravioleta, os raios X e gama, e os raios
infravermelhos.

Todas as radiações, visíveis e não visíveis, possuem a mesma
natureza. Todas elas se propagam em forma de onda e com a
mesma velocidade de 300.000 quilômetros por segundo (a
velocidade da luz). Mas cada radiação tem um comprimento de onda
diferente.



Comprimento de onda


Certas ondas eletromagnéticas podem medir até centenas de
quilômetros, como as ondas de rádio. Mas há radiações que se
propagam em ondas tão pequenas que são medidas em
micrômetros (µm). Para entender o que significa 1 µm, imagine a
distância de 1 metro. Um milímetro (1mm) é a milésima parte de um
metro. Se dividirmos 1 milímetro por mil (tamanho incapaz de ser
percebido pelo olho), teremos o valor de 1µm, ou seja, 0,000 001
metro.



Espectro


Para classificar os diversos tipos de radiação existentes na natureza,
os cientistas criaram uma espécie de mapa chamado Espectro
Eletromagnético, onde as radiações são divididas de acordo com o
comprimento de onda.

As ondas de rádio, que podem medir desde centenas de
quilômetros até cerca de 10 centímetros, como o próprio nome diz,
são utilizadas nas radiotransmissões (as famosas "ondas curtas,
médias e longas") e em transmissões de TV.

Microondas: medem de 10cm até 1mm. Utilizamos essas ondas em
telecomunicações, UHF e radares. Também estão presentes nos
fornos de microondas e nos computadores.

O infravermelho compreende as radiações com comprimento de
onda de 1mm a 0,76 µm. Vem sendo utilizado pelo homem há
bastante tempo, principalmente na Medicina, como coadjuvante no
tratamento de diversas doenças e em fisioterapia.

As ondas da luz visível podem medir de 0,76 µm a 0,4µm. Quando
medem 0,76µm, produzem no olho a sensação da cor vermelha. A
medida que o comprimento da onda diminui, vão sendo refletidas as
outras cores do espectro solar: laranja, amarelo, verde, azul, anil,
violeta.

Os raios ultravioleta são importantíssimos para o meio ambiente,
pois matam as bactérias. Em excesso, porém, são prejudiciais para
animais e plantas.

Devido à sua alta energia, os raios X são capazes de atravessar os
corpos materiais. São úteis à Medicina e à Indústria, pois permitem,
através de radiografias, a visualização do interior do corpo humano e
de objetos. Mas a exposição prolongada a tal radiação é nociva para
a saúde.

Raios gama: emitidos por reações nucleares, destroem as células
vivas.



Energia


As radiações eletromagnéticas possuem energia. Vamos ver como
isso acontece.



Átomo


Toda e qualquer espécie de matéria é constituída por átomos. Se
pegarmos uma substância qualquer e a dividirmos sucessivamente
em pedaços cada vez menores, chegaremos a seu pedaço
fundamental, o átomo.

Os átomos são tão pequenos que não podem ser vistos nem mesmo
através do mais poderoso microscópio. Tudo o que os cientistas
podem fazer, portanto, é imaginar, baseados no estudo das suas
propriedades, como deve ser um átomo.

Segundo a teoria moderna, o átomo possui três partículas
essenciais: prótons, que têm carga elétrica positiva (+); elétrons, com
carga elétrica negativa (-); e nêutrons, que são eletricamente neutros.
(Só existe uma exceção, o átomo de hidrogênio, que não possui a
partícula chamada nêutron.)

Podemos comparar o átomo ao sistema solar. Os prótons e nêutrons
ficam no centro, como o Sol. Ao seu redor, giram incessantemente
os elétrons, como se fossem planetas. No sistema solar, o Sol atrai
os planetas devido à força da gravidade. Nos átomos, em vez da
gravidade, agem forças eletromagnéticas.

Em condições normais, como as forças contrárias são equivalentes,
a estrutura se mantém em equilíbrio. No entanto, se o elétron for
excitado por alguma força externa, adquire maior energia e se
desestabiliza. Mas o elétron tende sempre a voltar ao estado
anterior. Para isso, precisa "descarregar" a energia em forma de
radiação.

De acordo com a quantidade de energia descarregada, a radiação
terá um comprimento de onda específico.



Molécula


Na natureza, é raro encontrar átomos isolados, pois estes tendem a
agir entre si, formando grupos aos quais se dão o nome de
moléculas. A molécula da água, por exemplo, é constituída por um
átomo de oxigênio(O) e dois de hidrogênio (H2). As moléculas
também emitem e absorvem radiações, consumindo e liberando
energia.



Foton


Já conhecemos a característica ondulatória da luz. Mas ela também
tem um aspecto material, a que os cientistas deram o nome de foton.
Podemos imaginar o foton como um grão de luz carregado de
energia. A quantidade de energia que ele carrega varia de acordo
com o tipo de radiação.

Foi descoberto que o foton atua ativamente sobre os corpos
materiais. A essa ação deu-se o nome de Efeito Fotoelétrico.



Efeito fotoelétrico


Imaginemos o foton como um minúsculo grão de luz, uma partícula
carregada de energia negativa (íon negativo). Ao atingir um corpo,
penetra nas moléculas e atinge os átomos que constituem tal corpo.
Ao entrar em contato com o primeiro átomo que encontra, o foton
carrega-o de energia negativa, provocando uma espécie de
desequilíbrio. O átomo, então, fica excitado e começa a oscilar. Isso
faz com que um ou mais elétrons pulem para fora de sua órbita
normal e interfiram na órbita do átomo mais próximo, que, como o
anterior, também fica excitado e começa a oscilar. O fenômeno
continua se repetindo, átomo após átomo, passando energia de um
para o outro, como se fossem bolas de bilhar que se chocam, até
que todos os átomos constituintes do corpo material seja
estimulados.

O efeito fotoelétrico é de vital importância para as plantas e os
animais. Ele permite o uso da energia proveniente das radiações
solares, que é aproveitada pelas células para o cumprimento das
suas funções naturais. Se não houvesse a luz do Sol, não existiria
vida em nosso planeta.

No entanto, como já vimos, nem todos os raios emitidos pelo Sol são
benéficos aos seres vivos. Se a energia da radiação for muito alta,
destrói as células. Se a energia for muito baixa, provoca distúrbios
no seu equilíbrio físico-químico.

Qual seria, então, o volume de energia mais adequado para o bom
funcionamento das células?



A energia da saúde


Chegou-se a conclusão de que a quantidade de energia adequada
ao metabolismo humano deve estar um pouco acima da energia
naturalmente emitida pelo organismo. Nosso corpo, cuja a
temperatura varia, em condições normais, entre 36º e 37ºC, emite
uma energia de 0,003W/cm² .

Energias muito altas ou muito baixas, provenientes, por exemplo, de
aquecedores elétricos, microondas, corrente elétrica, provocam
distúrbios no organismo.

Estudando as radiações solares, descobriu-se que os raios
infravermelhos médios, cuja ondas medem de 4µm a 14µm, são os
mais benéficos para a saúde das células. A energia presente nesse
tipo de radiação é de exatamente 0,004W/cm². Superior, portanto, à
energia do corpo, em 0,001W.

Ondas com esse comprimento e essa quantidade de energia são
facilmente absorvidas pelo nosso organismo. A exata diferença de
0,001W é a responsável pela ativação dos átomos e moléculas,
estimulando-os e fazendo-os vibrar. O estado de excitação
desencadeado acelera as reações físico-químicas das células.

Resumindo, as radiações eletromagnéticas infravermelhas com
comprimento de onda entre 4µm e 14µm ativam as células de forma
benéfica, promovendo a saúde do organismo.



Efeitos das radiações


Sabemos por exemplo, que a melhor maneira de eliminar o mofo das
roupas e colchões é expô-los ao sol. Um outro exemplo de reação
bioquímica da qual a luz é parte fundamental é a fotossíntese
realizada pelas plantas verdes, imprescindível para a vida humana,
pois produz, entre outras coisas, o oxigênio que respiramos.

Desde a mais remota antigüidade, o homem conhece a importância
do Sol para a vida na Terra. Mas somente a partir do século XVIII
começou a estudar cientificamente o fenômeno das radiações
solares.

Vamos conhecer os diversos tipos de radiação e seus principais
efeito.



Raios gama e raios X


Os raios X e gama são chamados raios transluminosos. Possuem
muita energia e, quando irradiados em alto volume, podem tirar a
vida. Mesmo uma baixa radiação, aplicada por um período
prolongado, terminará por danificar o DNA das células, gerando
câncer e deformações físicas.



Ultravioleta


Os raios ultravioleta, a luz visível e os raios infravermelhos curtos (de
0,76µm a 3µm) são chamados de reflexivos porque não são
absorvidos pelos corpos materiais da Terra (inclusive os seres
vivos). São também chamados raios de decomposição, porque em
excesso são capazes de desintegrar as células.

Os raios ultravioleta são benéficos devido à sua ação anti-séptica.
Se não fosse por eles, as bactérias tomariam conta do planeta. Para
se ter uma idéia, durante a Guerra do Golfo os iraquianos atearam
fogo nos campos petrolíferos, e a fumaça negra produzida cobriu
totalmente o céu, interrompendo, durante longo tempo, a chegada
das radiações ultravioleta até o solo. Em toda área coberta pela
fumaça, as bactérias começaram a proliferar sem controle, com
conseqüências drásticas.

Por outro lado, a radiação excessiva de ultravioleta é perniciosa para
o homem. Uma conseqüência bastante comum é o aparecimento de
manchas e sardas na pele. Qualquer pessoa que, ao ir à praia, ficou
muito tempo exposta aos raios solares já passou por esse problema.
Se a exposição for muito prolongada, pode provocar até câncer de
pele. Experiências em laboratório mostram que cobaias expostas
aos raios ultravioleta morrem rapidamente.



Luz visível


Como já vimos, estas radiações solares nos permitem ver as coisas,
suas formas e as diversas cores. Em excesso, no entanto, não
deixam de apresentar efeitos nocivos à nossa saúde.



Microondas e ondas de rádio


As radiações de ondas superlongas, passando dos 1.000µm (ou
seja, 1 milímetro), embora muito úteis, exercem efeito desagradável
sobre o organismo, provocando febre, cansaço, fadiga cerebral e
visual e distúrbios na circulação sangüínea.



Importância da camada de ozônio


Essas radiações que vimos estudando são emitidas o tempo todo
pelo Sol. Se é assim, por que não sofremos seus efeitos nocivos?

Na verdade, sofremos, mas numa escala que o nosso organismo
pode aceitar. Isso porque as radiações solares não chegam
totalmente até nós. A camada de ozônio, tão falada nos noticiários, é
o agente responsável pela filtragem das radiações, impedido que
nos atinjam com toda a sua força.

Graças à camada de ozônio, os raios transluminosos são totalmente
impedidos de atingir a Terra e os raios ultravioleta só conseguem
transpor a camada parcialmente, na quantidade necessária para
eliminar as bactérias.

Não é à toa, portanto, que se fala tanto, hoje em dia, sobre o perigo
que significa a destruição da camada de ozônio. A emissão cada
vez maior de poluentes de diversos tipos vem provocando buracos
cada vez maiores nessa camada protetora. Se a situação não for
controlada, o excesso de radiações poderá destruir todos os seres
vivos, com efeitos parecidos aos da bomba atômica.



Infravermelho


Os raios infravermelhos, devido ao seu comprimento de onda (de
0,76µm a 1 milímetro), penetram na pele e a sua energia é absorvida
e espalhada para todo o organismo através da circulação sangüínea.
Como a temperatura dos tecidos orgânicos se eleva, a velocidade
das reações bioquímicas processadas nas células também aumenta.
Isso explica, por exemplo, a aceleração nos processos
desinflamatórios e de cicatrização de ferimentos. As radiações
infravermelhas também estimulam as terminações nervosas na pele,
levando até o cérebro impulsos que avaliam as sensações de dor.

Estudando mais profundamente o espectro das radiações
eletromagnéticas, percebemos que os raios infravermelhos podem
ser subdivididos em três categorias, de acordo com o comprimento
de onda.



Infravermelho curto


Até há pouco tempo, pensava-se que os raios infravermelhos curtos
possuíam as mesmas características dos infravermelhos de ondas
médias e longas, porem enquanto estas são absorvidas pelos
corpos materiais, as curtas, não. Desde então, a radiação
infravermelha com comprimento de onda de 0,76µm a 3µm passou a
ser considerada como raio reflexivo, tal qual a luz visível e o
ultravioleta. Esse tipo de radiação, portanto, está incluído na
categoria dos raios de extinção, porque exerce ação desintegradora
nas células.



Infravermelho médio ou Raio Vital


A radiação eletromagnética cujo comprimento de onda vai de 4µm a
14µm é chamada de infravermelho médio. Essas ondas são
facilmente absorvidas pelo homem, plantas e animais. É chamado
Raio Vital por ser capaz de ativar as funções celulares.

O Raio Vital emite uma energia de 0,004W/cm² (4 milésimos de Watt
por centímetro quadrado), que é a energia mais adequada para
exercitar os átomos e as moléculas, dando mais vigor às células e
garantindo os processos de crescimento e desenvolvimento dos
seres vivos.

A principal função do Raio Vital está relacionada com a água.



A água


Sabemos que a água é vital para os seres vivos. Basta pensar que
60 a 70% do nosso corpo são constituídos por água. O sangue que
circula em nossas veias, por exemplo, é 80% água. Praticamente
todo o metabolismo das células é efetuado através da água.

Vamos dar uma olhada na sua estrutura.

Uma molécula de água é constituída por 1 átomo de oxigênio (O) e 2
átomos de hidrogênio (H2). Mas a água possui uma característica
especial. Suas moléculas tendem a agrupar-se, formando grandes
cachos. A esse fenômeno dá-se o nome de "polimerização", isto é,
aglomeração de moléculas. Tais cachos ou polímeros podem reunir
até 60 moléculas de água interligadas.

O problema é que certas substâncias nocivas acomodam-se no
meio dos cachos de água. O anidrido sulfuroso (SO2) expelido pelas
fábricas, o gás carbônica (CO2), o monóxido de carbono(CO)
emitido pelo escapamento dos automóveis, o cloro, os bactericidas
jogados em grande volume nas represas, todas essas substâncias
dissolvem-se na água e ficam acomodadas dentro dos cachos das
moléculas, que funcionam como um embrulho. Para piorar, os
compostos nitrogênicos presentes nos dejetos descarregados
através dos esgotos contribuem para um maior agrupamento das
moléculas de água.

Esses gases transformam-se em ácidos: sulfúrico (H2SO4),
sulfuroso (H2SO3), carbônico (H2CO3), clorídrico (HCl), tornando a
água ácida.

Metais pesados (tóxicos), como o mercúrio (Hg), o chumbo (Pb) e o
cádmio (Cd), também se alojam dentro dos cachos.

A água assim constituída é a que chega até nós através das
torneiras. Apesar de ser considerada água tratada, causa muitos
danos à saúde.

Ação dos raios infravermelhos médios sobre a água


A onda eletromagnética de 4µm a 14µm, emitindo a energia de
0,004W, também chamada Raio Vital, tem função de estimular e
fazer vibrarem as moléculas de água. Dessa forma, consegue
quebrar os cachos, separando as moléculas.

Em conseqüência, as substâncias nocivas alojadas dentro dos
polímeros dissipam-se e a água torna-se potável, podendo ser
consumida pelo homem. O próprio sabor da água melhora.

A decomposição dos cachos de água contribui, ainda, para a boa
circulação do sangue no organismo, inibindo a formação do peróxido
graxo que se acumula nas paredes dos vasos sangüíneos. Em doses
adequadas, o peróxido graxo é necessário para o organismo. Mas
se for em excesso, adere nas paredes internas dos vasos
sangüíneos e dificulta a circulação, provocando a arteriosclerose.
Como o acúmulo se verifica principalmente nos vasos do cérebro e
do coração, é responsável pela apoplexia e pelo enfarte. Aderindo
ao cristalino dos olhos, origina a catarata. De forma geral, ao
acumular-se nas paredes da membrana celular, acaba destruindo a
célula. O peróxido graxo é produzido a partir das gorduras.

O fenômeno de decomposição dos cachos ocorre espontaneamente
na natureza, quando a água tem oportunidade de permanecer em
movimento como água corrente. Quando fica estagnada inicia o
processo de polimerização. Passadas cerca de oito horas após a
desintegração dos cachos de água, as moléculas voltam a juntar-se
novamente. No entanto, tal reintegração pode ocorrer de varias
maneiras, dependendo do ângulo de junção das moléculas e da
quantidade de poluentes presentes.

Diversos processos utilizados para a purificação da água (filtros de
barro, purificadores elétricos etc.), num primeiro momento, realizam
a quebra dos cachos. Passadas algumas horas, porém, a água volta
a polimerizar-se, formando novamente longas cadeias de moléculas
que acumulam as substâncias nocivas no seu anterior.

A água despolimerizada através de estímulo magnético ou da
radiação da Platina Foton, levam aproximadamente 10 dias para
voltar a polimerizar-se novamente, mesmo que depositadas em
recipientes livres de novos poluentes externos, isto porque, induzem
uma junção das moléculas mais perfeita, formando ângulos de 104º,
sem permitir o acúmulo dos agentes poluentes já dissociados.

Sob o efeito magnético do raio vital, em forma de moléculas isoladas
ou cachos pequenos, evita que os poluentes se precipitem e formem
depósitos que entrem em contato com a superfície por onde
trafegam, tornando-os facilmente excretáveis. Assim somente as
moléculas puras da água tomam contato e aderem na superfície das
células, dando a estas mais vigor.



Terapêutica ideal


A radiação eletromagnética emitida pela Platina Foton, com
comprimento de onda de 4µm a 14µm (o chamado Raio Vital), está
na freqüência ideal para ser absorvida pelos seres vivos e ativar as
funções celulares, além de devolver à água o PH correto.

A energia de 0,004W, gerada pela Platina Foton, fomenta os
movimentos atômico e molecular do organismo sem causar fadiga,
febre ou qualquer outro efeito colateral.

Através do tratamento com a Platina Foton, é possível acelerar os
processos naturais do organismo na cicatrização de ferimentos e na
regressão dos edemas traumáticos. Os estímulos benéficos sobre
os terminais nervosos aliviam as sensações de dor.

Este tipo de ação será benéfico a circulação sangüínea pelo exposto
acima e principalmente pela inibição da formação de peróxido graxo

Varias experiências foram realizadas com relação a conservação de
alimentos. Em um deles foram utilizadas peças semelhantes de
carne. Uma peça foi conservada em embalagem comum durante
sete dias. A outra peça foi conservada em embalagem
confeccionada com Platina Foton durante os mesmos sete dias. Ao
final, constatou-se que o alimento cuja embalagem continha a fibra
de Platina Foton conservou o frescor e não perdeu o sabor original.
A embalagem de Platina, por emitir radiação com comprimento de
onda de 4µm a 14µm, desintegrou os cachos de água, fazendo com
que esta aderisse às células do alimento. Como conseqüência,
barrou o processo de gotejamento, ou perda de líquido, que é
responsável pela redução do peso (do produtor até a loja, o alimento,
através da exsudação, chega a perder até 10% do seu peso).A
carne praticamente não sofreu oxidação e os microorganismos
tiveram muito mais dificuldade para se desenvolverem. Tais
benefícios ocorreram também com amostras de peixe e verduras. As
industrias alimentícias recorrem cada vez mais a embalagens
fabricadas com Platina Foton.

Ação da Platina Foton sobre os leucócitos


Os leucócitos, ou glóbulos brancos do sangue, são células capazes
de se movimentar e de mudar de forma. Em uma pessoa adulta e
sadia, o número de leucócitos é de 5.000 a 10.000 por milímetro
cúbico de sangue. Esse número tende a aumentar durante os estalos
inflamatórios, pois em situações de perigo, os gânglios linfáticos
produzem mais glóbulos brancos.

Quando o organismo é inválido por bactérias ou outros corpos
estranhos, os leucócitos, pela sua capacidade de movimentação,
aproximam-se dos invasores. Devido à sua propriedade digestiva
(fagocitose), destroem completamente o inimigo. Os
microorganismos nocivos, por sua vez, defendem-se e liberam
secreções. Essa luta é a causadora das inflamações.

Efetuaram-se, então, exaustivas experiências para investigar a
influência da Platina Foton sobre a atividade dos leucócitos,
responsáveis pela proteção do organismo.

Partindo do princípio já comprovado de que a água exposta à Platina
Foton adere melhor à membrana celular, ativando suas funções
devido ao melhor fluxo de nutrientes, concluiu-se que o íon cálcio
também era arrastado para dentro da célula em maior proporção.
Isso porque a célula deve seu vigor ao aumento do íon cálcio. Por
assim dizer, quando o íon cálcio começa a fluir para a célula, esta
pode começar a cumprir suas tarefas.

Ação da Platina Foton sobre as células cancerosas


Durante algum tempo, os cientistas japoneses viram-se num dilema.
Temia-se usar a Platina colóide no tratamento de pacientes com
câncer. O pensamento era: se a radiação infravermelha de 4~14µm
ativa as funções das células sadias, não aumentará também os
efeitos nocivos das células cancerosas?

Efetuaram-se novas pesquisas, dessa vez utilizando células colhidas
do sangue de um paciente com leucemia, para estudar a influência
da Platina Foton no aumento do íon cálcio. Os resultados
mostraram-se surpreendentes.

Foram preparados três tipos de células doentes: HL60, com baixo
acometimento e ação diversificada; ML1, com alto índice de
acontecimento e ação restrita; e K562,com altíssimo índice de
acometimento. Colheram-se, em seguida, amostras celulares de um
paciente sadio.

Cada tipo de célula foi mantida em tubos de ensaio envoltos por fibra
de Platina Foton. Amostras semelhantes foram mantidas em tubos
sem o invólucro de Platina Foton.

Após 60 minutos de exposição.

Nas células HL60, houve um ligeiro aumento, insignificante se
comparado com o aumento ocorrido na amostra de pessoa sadia,
onde o íon cálcio aumentou praticamente em 100%. Já nas células
ML1 e K562, o íon cálcio diminuiu.

Influência da Platina Foton sobre a proliferação do câncer


No laboratório, implantaram-se células cancerosas (sarcoma 180 e
B-16 melanoma) em ratos sadios de uma única cria, ou seja, com
gens idênticos. Em pleno processo de proliferação da doença, um
grupo de ratos foi coberto com fibra de Platina Foton.

Após 25 dias de observação, os gráficos demostraram uma
substancial diferença nos diferentes grupos de cobaias. Os que
estavam cobertos com fibra de Platina Foton, não haviam
desenvolvido a doença e estavam em excelente estado de saúde,
indicando assim que os raios infravermelhos com comprimento de
onda de 4~14µm não só são capazes de ativar as funções das
células sadias, como também podem inibir a atividade das células
doentes.

Dessa forma, a Platina Foton 50 pode contribuir efetivamente para o
tratamento de doenças causadas pela má atividade celular, como,
por exemplo: cirrose, diabete de origem pancreática, esclerose
pulmonar, distúrbios circulatórios e outras doenças crônicas.

Havia dúvidas, porém, sobre se poderia aplicar a platina colóide em
pacientes com patologia inflamatória aguda. Isso porque o
organismo, quando detecta a presença de substâncias nocivas,
fabrica maior número de leucócito, os quais se deslocam para o
local infectado a fim de devorar os elementos intrusos. Porém, se a
luta contra o vírus e bactérias passar do limite suportado pelo corpo,
o foco da inflamação aumenta e, como decorrência, aparecem o
inchaço, a febre, as dores etc. Sendo assim, em caso de doença
aguda, se os glóbulos brancos entrarem em superatividade,
acabarão tornando-se nocivos.

No entanto, nas experiências realizadas com células doentes, a
Platina Foton reduziu a atividade dos leucócitos. E, pelo fato de
proporcionar à água o teor de pH adequado, também devolve ao
sangue seu teor alcalino quando ele, devido à inflamação, tende à
acidez.

Portanto, tanto o paciente com câncer, quanto o paciente que
reclama de febre, dores de cabeça ou hemorragia causadas por
inflamação aguda podem receber tratamento sem qualquer
inconveniente.

Influência da Platina Foton sobre a produção de ácido láctico


Sabemos que quando praticamos exercícios físicos além de certos
limites de resistência, o organismo produz maior quantidade de
ácido láctico. Quando o acúmulo ocorre, torna-se mais difícil
movimentar os músculos; sentimos a sensação de fadiga. Os
músculos não conseguem voltar à atividade enquanto o ácido láctico
não for removido através do suprimento de oxigênio. Por isso
arquejamos e respiramos mais fundo, incapazes de qualquer
esforço, até que o oxigênio inalado vá eliminar o acúmulo de ácido
láctico.

Para testar a influência da Platina Foton sobre esse processo,
cientista espanhóis da Faculdade de Medicina de Múrcia, Espanha,
fizeram uma experiência muito interessante.

Reuniram-se 24 ciclistas, com diversos níveis de performance, de 16
a 35 anos, os quais foram distribuídos aleatoriamente em dois
grupos de 12. O teste ocorreu em duas etapas.

Na primeira etapa, ambos os grupos correram em igualdade de
condições, sem contato com fibra de platina, durante 20 minutos. A
cada cinco minutos, procedeu-se à medição do ácido láctico
presente no organismo de cada atleta.

Na segunda etapa, uma semana depois, um grupo recebeu
agasalhos contendo fibra de Platina Foton, enquanto o outro grupo
correu com agasalhos normais. Os atletas foram submetidos ao
mesmo esforço da etapa anterior, a cada cinco minutos, mediu-se
novamente a quantidade de ácido láctico.

Ao final, fazendo-se a comparação dos dados obtidos, constatou-se
que os atletas do grupo que correu com agasalhos fabricados com
Platina Foton apresentaram, percentualmente, substancial redução
na produção de ácido láctico durante os momentos de esforço.

Influências da Platina Foton nas patologias articulares


Uma pesquisa foi realizada em Portugal com o objetivo de avaliar a
eficácia da utilização da Platina Foton no tratamento de patologias
articulares agudas/traumáticas e crônicas/degenerativas.

A experiência envolveu 200 pacientes, de 30 a 60 anos, divididos
em dois grupos de 100. O primeiro grupo recebeu terapêutica
antiinflamatória e analgésica padrão. O segundo grupo, além do
tratamento normal, recebeu aplicações locais de bandagens
confeccionadas com fibra de Platina Foton durante pelo menos oito
horas diárias.

O estudo centrou-se nas regiões do corpo com maior freqüência de
patologias: Punho/mão, cotovelo, joelho, pé/tornozelo.

Foi solicitado aos pacientes que não fizessem nenhuma alteração
significativa no padrão de vida, particularmente com relação a dieta,
hábitos sociais e exercícios físicos.

Após quatro semanas de tratamento monitorado, foi constatado uma
pequena variação nos sintomas de dor, rubor e estreitamento, mas
uma definida vantagem nos sintomas de edema e perda de função
no grupo que recebeu bandagens confeccionadas com Platina
Foton.

Atualmente o Instituto de Pesquisas sobre Aparelhos Terapêuticos
da Faculdade de Medicina de Tóquio, faz experiências para
determinar a influencia dos raios infravermelhos de 4~14µm sobre o
crescimento.

Outra experiência interessante refere-se ao sono do polígrafo, antes
e depois da exposição à platina colóide, tem sido observado que o
paciente tem um período de sono mais prolongado e um sono mais
profundo.



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